terça-feira, 28 de junho de 2011

05 DE JULHO É DIA DE PARALISAÇÃO.

POR REAJUSTE REAL E CONTRA O CONGELAMENTO SALARIAL!

Chega de enrolação. Esse é o sentimento do servidor público federal em relação às negociações com o governo. Já são dois meses de reuniões que até agora não avançaram. Três Importantes marchas foram realizadas, mas não o bastante para pressionar o governo a apresentar uma proposta para os servidores públicos federais. Não bastasse a questão salarial os PL’s que prejudicam o servidor como PLP/549/09-Congelamento Salarial, PLP 248/98 demissão por insuficiência de desempenho e o PL 1992/07- Previdência complementar que empurra para o fim da aposentadoria integral continuam a tramitar no congresso o que significa uma ameaça permanente a salário, emprego e aposentadoria.
Enquanto cresce o número de milionários no país os servidores públicos continuam sendo o bode expiratório nas políticas de ajustes econômicos do governo.

Por isso que no dia 05/07 os Servidores Públicos vão paralisar suas atividades. São técnicos das universidades, que já paralisaram 47 universidades, judiciário, IBGE, professores, que estarão fazendo pressão para conquistar melhores salários, condições de trabalho e um serviço público de qualidade. Chegou a hora de seguirmos o exemplo das diversas categorias que estão em greve e luta no país. A escolha da data é porque será o dia em que o governo prometeu apresentar uma proposta salarial.

A seção sindical no MTE convida todos os servidores do Ministério a paralisarem suas atividades como forma de pressão e para arrancarmos uma proposta concreta por parte do governo Dilma. Não está descartado ocorrer uma greve geral dos servidores públicos diante do descaso do governo com a categoria. O SINDSEP-DF e a CONDSEF devem começar a preparar os servidores para essa possibilidade. Chega de imobilismo é hora de mobilização.

Seção Sindical mobiliza por emendas na LDO para o plano de carreira.

A seção sindical junto com o comando nacional encaminhou emendas à LDO para implantação do plano de carreira e abertura de concurso para o MTE.
A proposta reserva R$ 484 milhões junto ao MPOG para implantação do Plano de Carreira Específico dos Servidores Administrativos do MTE e a abertura de concurso público para criação de 320 cargos de Analista do Trabalho, Emprego e Renda e 1.100 cargos de Técnico do Trabalho, Emprego e Renda, com previsão de lotação para a sede e nas 27 Regionais.
O trabalho dos servidores do MTE neste momento é o de mobilizar para aprovação da proposta na Comissão de Orçamento.



sábado, 25 de junho de 2011

Governo ameaça acabar com aposentadoria integral dos servidores

“O Executivo cede a pressões do mercado financeiro e faz ‘terrorismo’ com os atuais servidores federais para aprovar a previdência complementar de natureza privada”
Lucieni Pereira da Silva*
O Jornal Valor Econômico de 13 de junho de 2011 noticia que o “governo federal deve propor o fim da garantia do benefício previdenciário integral para 1,1 milhão de servidores federais na ativa, caso o Congresso não aprove a reforma na previdência do funcionalismo federal”.
Ainda segundo a notícia, a “advertência tem origem na pressão financeira que a aposentadoria de 550 mil funcionários nos próximos cinco anos provocará no caixa da União, ampliando o já elevado déficit anual de R$ 52 bilhões no regime de previdência do funcionalismo”.
O debate feito pelo Governo não é transparente. O Governo Federal e os técnicos do setor não revelam, por exemplo, que 38% do deficit apurado em 2010 decorrem do pagamento de reformas e pensões dos servidores militares federais da ordem de R$ 20 bilhões, os quais permanecerão sem contribuir para a aposentadoria.
Cerca de 5,5% do déficit de R$ 52,7 bilhões se referem ao pagamento de benefícios dos servidores das áreas de segurança pública, saúde e educação do Distrito Federal custeados diretamente pela União por meio do Fundo Constitucional (FCDF), cujo rombo foi de R$ 2,9 bilhões e tende a crescer se nada for feito para reverter as contribuições previdenciárias para o referido fundo federal.
Não é revelado, por exemplo, que a soma das despesas com aposentadorias e pensões do Legislativo federal, Judiciário da União, Ministério Público e Tribunal de Contas da União, com unidades em todo o Brasil, representa apenas 2,85% do déficit da União apurado em 2010. Esse resultado comprova a sustentabilidade do regime próprio quando analisado no contexto de setores que historicamente contrataram servidores pelo regime estatutário.
Também não se fala que boa parte do déficit da aposentadoria de servidores públicos civis do Poder Executivo federal, da ordem de R$ 28,4 bilhões, deve-se ao fato de o regime geral de previdência social (INSS) não fazer a devida compensação financeira ao regime próprio de previdência dos servidores públicos civis, embora haja determinação constitucional para tanto. 
Atualmente, o desequilíbrio entre o pagamento de benefícios previdenciários e as contribuições recolhidas ao regime próprio é resultado do crescimento das aposentadorias de cerca de 650 mil servidores celetistas que foram incorporados ao regime jurídico único federal em 1988 e, por força constitucional, têm direito a receber proventos integrais. Esse desequilíbrio ocorre porque, antes de 1988, uma parcela expressiva das contribuições previdenciárias foi recolhida ao INSS, que descumpre a legislação e não compensa o regime próprio da União.
A previdência complementar, entretanto, não alterará esse cenário, pois o resultado previdenciário tem causas históricas, associado ao descumprimento da legislação por parte do governo federal durante todo esse período, mesmo após as emendas 20, de 1998, e 41, de 2003.
O governo, porém, não percebe que pode dar um “tiro no próprio pé”. Além de fragilizar as carreiras do setor público, que deixarão de ser atraentes para os melhores profissionais do mercado, o projeto de previdência complementar trará impactos econômico-fiscais que não estão sendo considerados pelo ministro da Previdência Social, que faz intensa campanha no Congresso Nacional pela aprovação do Projeto de Lei nº 1992, de 2007.
A decisão política de adotar o regime de capitalização (poupança no mercado de capitais) das contribuições previdenciárias dos novos servidores e membros de Poder acarretará duas graves consequências, que afetarão diretamente o bolso do contribuinte.
De imediato, haverá necessidade de aumentar, ainda mais, a carga tributária brasileira, de forma a custear as aposentadorias e pensões que deixarão de ser pagas com as contribuições previdenciárias, as quais passarão a ser destinadas à formação de reservas financeiras no mercado de capitais, beneficiando apenas os bancos privados, que certamente fazem lobby pela aprovação do projeto em tramitação.
A segunda consequência, não menos pior, será o aumento considerável da despesa líquida com pessoal, em especial dos tribunais do Poder Judiciário da União, das Casas Legislativas, do Tribunal de Contas e Ministério Público da União, cujas despesas, no modelo atual, são quase que integralmente pagas com os recursos das contribuições previdenciárias (do servidor e patronal da União). 
Isso aumenta, consideravelmente, o risco de descumprimento dos limites de pessoal fixados pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Se algum poder ou órgão autônomo federal descumprir o limite de pessoal, a União fica proibida de realizar operações de crédito por vedação expressa na LRF, comprometendo a captação de recursos realizada pelo Tesouro Nacional e algumas operações do Banco Central.
Além disso, ficam proibidas, por vedação também expressa na LRF, contratações de novos servidores, inclusive para reposição de aposentadorias e falecimentos, aprovação de planos de carreira e concessão de quaisquer outros benefícios considerados no conceito de despesa com pessoal. 
O Sindilegis luta pela democracia.
*Auditora federal de controle externo, segunda vice-presidente do Sindilegis

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Marcha de servidores públicos reúne 6 mil na Esplanada dos Ministérios.

Cerca de 6 mil pessoas participaram da 3ª marcha unificada em defesa dos servidores e serviços públicos

Entre as reivindicações da categoria, estão a paridade de vencimentos entre ativos e inativos, a incorporação de gratificações, política salarial que garanta a reposição das perdas inflacionárias e a realização de concursos.
Após manifestações nos dias 16 de fevereiro e 13 de abril, em Brasília, os servidores foram recebidos pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que abriu um calendário de negociação na Secretaria de Recursos Humanos da pasta. Eles afirmam, porém, que, desde então, não houve avanço nas negociações.
“O governo já conhece nossa pauta, queremos um processo real de negociação“, disse a coordenadora-geral do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica., Elane Mafra, ao participar da 3ª Marcha Unificada em Defesa dos Servidores e Serviços Públicos. A mobilização é em torno de uma pauta comum a várias categorias, mas há também demandas específicas.
A realização de concursos públicos, por exemplo, é uma reivindicação comum, embora os servidores afirmem que o problema da falta de pessoal é mais grave nas áreas de saúde e Previdência. “Hoje um dos maiores problemas enfrentados pelos servidores é sobrecarga de trabalho, por causa da falta de pessoal. Na saúde e na Previdência, isso é pior”, destaca Hélio de Jesus, diretor da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Fenasps).
Os servidores públicos são contra a Medida Provisória nº 520, que autoriza o governo a criar a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A., para gerenciar os hospitais públicos universitários. E também não concordam com o corte de mais de R$ 50 bilhões do Orçamento, por entender que tal medida inviabiliza a prestação de serviços públicos. “Economizar tirando da saúde e da educação é um equivoco”, protesta Paulo Barela, representante da Central Sindical Popular.
Os servidores pedem ainda a retirada do Projeto de Lei (PL) 248/98, que prevê a perda de cargo público por insuficiência de desempenho, e do PL 549, que congela os salários por dez anos.
Antes de ir seguir para a esplanada, servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária fizeram paralisação em frente ao prédio do Incra. Segundo Marcos Crispim, integrante da Associação dos Servidores do MDA, além das reivindicações comuns aos demais funcionários públicos federais, eles pedem uma reunião com o ministro Afonso Florence, para tratar de assuntos específicos da área.
Durante a marcha representantes, de algumas entidades sindicais foram recebidos pelo secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Devarnier Paiva, para negociar as reivindicações da categoria. Agora à tarde, eles esperam ser recebidos pelo presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS).


Fonte:Agência Brasil

Governo manterá corte de R$ 50 bi no Orçamento

A ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) afirmou nesta quinta-feira que o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União será mantido. Ela participou nesta quinta-feira da reunião da junta orçamentária com o ministro Guido Mantega (Fazenda) e a ministra Miriam Belchior (Planejamento).
"Contingenciamento é posição firme do governo é fundamental para nós, é a política que vamos levar até o final", declarou Hoffmann.
No início do ano, o governo anunciou um corte de R$ 50 bilhões no Orçamento. O objetivo era diminuir os gastos públicos como forma de controlar a inflação.
Para a ministra, essas medidas estão dando resultado e isso se reflete na inflação, que já está dando sinais de queda.
"A política econômica está indo bem, nós estamos colhendo os nossos frutos, a inflação está caindo e a política fiscal que muita gente questionava ou achava que não ia dar certo está se mostrando eficaz. Conseguimos conter 50 bilhões e isso está tendo efeito muito positivo na economia do país."

Fonte:Folha de Sp

quarta-feira, 15 de junho de 2011

RELATÓRIO: REUNIÃO MPOG (15/06)

Haja vista deliberações anteriores da categoria no sentido de encaminhar a reposição dos dias parados, onde no CONCONDSEF ficou deliberado que o acordo deveria ter cinqüenta por cento de descarte e cinqüenta por cento de descarte através de mutirões. Depois, a CONDSEF abriu a negociação com o governo no sentido de atender o pleito da categoria.Entretanto, o governo não aceitou a proposta do descarte dos cinqüenta por cento, elaborou-se outra proposta da reposição nos termos seguintes: Que o período de 2009 já havia sido executado através dos mutirões das demandas reprimidas e o restante do período, seria realizado através de mutirões onde cada hora de atendimento ao público equivaleria no mínimo três e no máximo seis horas. Decorrente disso, o governo apresentou a contraproposta de que cada hora equivaleria a três horas para o atendimento ao público e duas horas para o atendimento interno,e a devolução padronizada nos moldes dos demais setores em greve, como por exemplo: SPU, IBAMA etc.
Na época, o único impasse para a celebração do acordo seria as horas do período de 2009. Após reunião do DEMITRE com o Ministro do Trabalho e Emprego, retomou-se a discussão do período de 2009 e resolvido esta questão.
Portanto, após um longo processo de negociação com a SRH/MPOG, onde inúmeros impasses surgiram, celebrou-se na noite do dia 14/06/2011, o acordo em anexo. O acordo prevê a reposição do período de 2010. Prevê ainda a compensação de até duas horas diárias ou através de mutirões onde cada 6h de atendimento ao público equivalerá a 18h compensadas e cada mutirão de 6h nas atividades internas equivalerá a 12h compensadas. Prevê, por último, que não haverá a prorrogação do estágio probatório desde que haja a compensação nos termos do acordo. A compensação poderá ocorrer pelo desconto autorizado pelo servidor ou pela reposição. Ademais, metade dos valores descontados ocorrerão na primeira folha de pagamento disponível e a outra metade remanescente após cinqüenta por cento dos dias compensados. Finalmente, o número de horas a serem compensadas observará as especificidades de cada servidor. Pleiteamos ainda à SRH/MPOG que a reposição dos dias se dessem após a reestruturação da carreira e o Secretário afirmou que estudaria esta possibilidade.

REUNIÃO NO M.T.E

Foi agendada uma reunião para às 14h30 com a CGRH para tratar das Comissões de Avaliações de Desempenho e outros assuntos pertinentes à categoria.

ENCONTRO NACIONAL DOS SERVIDORES ADMINISTRATIVOS DO M.T.E - JULHO/2011 (Sugestão dos dias: 29e30/07).

É importante ressaltar que as deliberações do CDE determinaram que os encontros setoriais ocorreriam a partir do segundo semestre de 2011, exceto, para as categorias que tiveram situações atípicas e sob riscos de extinções de órgãos e acordos coletivos de trabalho: INCRA, IBAMA, DNOCS, CONAb e anistiados.
Repise-se que os membros do DEMITRE presentes na reunião do CDE envidaram o apoio para a realização do encontro, tanto é que votaram a favor deste evento em tela.


A) Informes CONDSEF/CNTSS/FENASPS e estaduais;
b) Estrutura do M.T.E: PEC.M.TE./Jornada Ininterrupta/Reposição das Horas/Ponto Eletrônico/Alteração da Port. 2551/2010/Port. 1.160/2011/Comissões Estaduais de Avaliações de Desempenho/Elaboração de Alternativas contra o Desmonte do M.T.E/Condições de trabalho/Diagnóstico da Terceirização no M.T.E;

C) Encaminhamentos: Luta unificada, esforço parlamentar, ações contra o assédio moral e demais pleitos do encontro.

D) Encontros Estaduais: O encontro nacional deverá ser precedido de encontros estaduais os quais elegerão os representantes para a discussão nacional. Os estados poderão avaliar o quantitativo de participantes no evento; todavia, as deliberações do encontro nacional serão realizadas através de um voto por estado, como tem sido a prática em nossas deliberações. Finalmente, os sindicatos deverão enviar os nomes completos e as matrículas SIAPE dos participantes do encontro até o dia 22/07 à CONDSEF para que esta faça os encaminhamentos à CGRH/M.T.E.

E) Data e Local do Evento: Posteriormente, divulgaremos a data, horários e o local do evento, conforme acertos entre as entidades nacionais.

Presentes na Reunião: SRH/MPOG (Duvanier Ferreira, Marcela Tapajós e Sueli Avelino); MTE (Luiz Eduardo e Cilene); CONDSEF (Sérgio Ronaldo, Rogério Expedito, José Carlos, Luiz Carlos, Jussara Griffo, José Alves, Valter César, Mário Vitório, Rejane Bestetti, Ivete Amorim.

Anexo: termo_acordo_dias_parados.pdf
Fonte: CNM

domingo, 12 de junho de 2011

Ministra Carmem Lúcia pede vista e adia decisão do Supremo sobre direito à revisão geral para servidores.

A sessão que iniciou julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre direito à revisão geral para servidores públicos foi interrompida nesta quinta-feira, 9, pelo pedido de vista da ministra Carmem Lúcia. O Recurso Extraordinário (RE) que questiona a omissão do Poder Executivo sobre este direito assegurado pela Constituição Federal aos servidores recebeu voto favorável (veja aqui) do ministro Marco Aurélio Mello, relator do RE. O ministro entende que toda vez em que União, Estados e Municípios não reajustarem valor dos salários dos trabalhadores públicos dentro do que prevê a revisão anual, o governo deve pagar valor integral ou diferença como indenização aos servidores. Com o pedido de vista fica suspensa a sessão ainda sem data confirmada para que o tema volte à pauta do STF. A assessoria jurídica da Condsef esteve na sessão desta quinta e segue acompanhando de perto o julgamento do recurso.
A expectativa da Condsef é de que o Supremo preencha mais essa lacuna deixada pelo governo. A entidade reforça que reajustes para correção de distorções salariais continuam sendo fundamentais e precisam ser assegurados para acabar com uma série injustiças existentes nos quadros do funcionalismo. Paralela a essas demandas, a luta para garantir data-base para 1º de maio é um dos eixos da Campanha Salarial 2011 que reúne mais de 30 entidades nacionais em defesa dos servidores e serviços públicos. Hoje, a Constituição prevê o dia 1º de janeiro como data para revisão geral. Mas há pelo menos quinze anos o Executivo não faz valer este direito aos servidores federais. 


sábado, 4 de junho de 2011

ASSEMBLEIA DOS SERVIDORES DO MTE

 A SEÇÃO SINDICAL DO MTE convoca para assembleia seus servidores para discutir a retomada da luta pelo atendimento das nossas reivindicações e ações pela extensão da Lei nº 12.277/10, definição de uma data base, e a apresentação dos membros da Seção Sindical.
A participação de todos os servidores é muito importante para a conquista das reivindicações. Sem mobilização não há garantias de vitória.
Temos que lutar contra todos e qualquer tipo de ataque aos direitos dos servidores.

             ASSEMBLEIA DOS SERVIDORES DO MTE

                             DATA 09/06-QUINTA-FEIRA
                              11h na frente do Edifício Sede.

Nomeações no MTE.

Confiram a portaria de nomeações para os cargos de Agente Administrativo(34) e Administrador(4). Isso é muito pouco para a carência do Ministério.Lembramos que são vagas originadas de vacâncias como frisa bem o art.1º da portaria.

Art. 1º Autorizar os órgãos e as entidades mencionados no Anexo desta Portaria a nomear
candidatos aprovados em concursos públicos, observada a ordem de classificação, com a finalidade de
suprir vacâncias e desistências originadas dos próprios concursos vigentes, de acordo com os quantitativos estabelecidos no Anexo.

Portaria na íntegra.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Que País é este?

Para quem estivesse um pouco ausente do País nos últimos tempos algumas hipotéticas manchetes sobre a Previdência Social, o Código Florestal, o ministro da Casa Civil e a privatização de aeroportos seriam um sinal de grave alteração na cena política brasileira.

A paternidade da frase é normalmente atribuída ao antigo dirigente do partido do governo à época da ditadura militar, a ARENA, Francelino Pereira. Em 1976, na condição de líder do governo do General Geisel, lançou a pergunta em um evento em SP. O mote foi imediatamente apropriado pela oposição à ditadura e depois acabou virando título de livro, de filme e por aí vai. Na verdade, reflete bem um misto de dúvida, indignação, surpresa e até mesmo a confissão de ignorância a respeito da essência mesma da nossa forma de ser, de estar e de agir.

Afinal, trata-se de uma formação social que nos surpreende a cada instante. Muitas vezes, de forma positiva, apresentando soluções inovadoras e oferecendo a seus cidadãos e ao resto do mundo aspectos que nos orgulham da condição da nossa brasilidade. Infelizmente, no entanto, por outro lado não são poucas as situações em que os fenômenos da dinâmica política nos enchem de perplexidade e indignação. 

Para quem estivesse um pouco ausente do País nos últimos tempos – pouca coisa, não mais do que 2 semanas - as hipotéticas manchetes abaixo seriam um sinal de grave alteração na cena política brasileira:

“Governo anuncia desoneração da folha de pagamento para Previdência Social, antiga reivindicação do patronato”

“Base parlamentar do governo aprova alterações no Código Florestal que favorecem o agronegócio e compromete o futuro do meio-ambiente”

“Ministro da Casa Civil declara que a multiplicação de seu patrimônio por vinte vezes é lícita, pois ocorreu quando estava fora do governo” 

“Presidente anuncia privatização dos principais aeroportos do Brasil”