domingo, 24 de junho de 2012

fotos da greve

      

Pauta Unificada de Reivindicações

Apresentamos a pauta unificada da campanha salarial dos Servidores Públicos Federais.


1. Definição da data-base em 1º de maio; 
2. Política salarial permanente com reposição inflacionária, valorização do salário base e incorporação das gratificações; 3. Contra qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores; 4. Retirada de PECs, PLs, MPs e decretos contrários aos interesses dos servidores públicos; 5. Cumprimento, por parte do governo, dos acordos firmados e não cumpridos; 6. Paridade entre ativos, aposentados e pensionistas; 7. Reajuste dos benefícios (auxílio-alimentação, diárias e contrapartida do plano de saúde). 

domingo, 17 de junho de 2012

Assembleia histórica do Sindsep-DF aprova adesão à greve nacional.





Contando com a participação de centenas de servidores, a assembleia-geral do Sindsep-DF hoje (14/06) aprovou por unanimidade a adesão dos servidores do DF à greve nacional do funcionalismo, a partir desta segunda-feira (18/06).

Vários órgãos que estão bastante mobilizados começam imediatamente a greve nesta segunda-feira. Outros setores devem paralisar suas atividades no decorrer da semana, pois precisam intensificar a mobilização.

O secretário-geral do Sindsep-DF, Oton Pereira Neves, já comunicou ao secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, a decisão da categoria e solicitou uma reunião com o órgão para amanhã (15/06), às 10h.

Plenária de mobilização
Nesta sexta-feira (15/06) será realizada uma Plenária de Mobilização da Greve, a partir das 10h, no auditório Francisco Zóccoli, na sede do Sindsep-DF, já com a participação dos membros dos comandos de greve, além da direção do sindicato e delgados sindicais, para discutir a mobilização nos locais de trabalho e aumentar o número de setores envolvidos na greve.

Fonte: Imprensa Sindsep-DF

Professores e servidores de escolas técnicas federais oficializam greve

Os servidores técnicos administrativos e os professores dos institutos federais de educação tecnológica oficializam amanhã (18) o movimento de greve em todo o país, com a instalação do Comando Nacional de Greve. Formado por representantes estudais, o órgão sindical será responsável pelas negociações com o governo.


Liderado pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), o movimento atuará em conjunto à greve dos professores das instituições federais de ensino superior, parados há um mês.



A categoria reivindica, entre outros pontos, a reestruturação das carreiras técnicas e dos docentes, a democratização das relações de trabalho e a aprovação da carga horária de 30 hora para os técnicos administrativos.



De acordo com a secretaria adjunta de Comunicação do Sinasefe, Eugênia Martins, a categoria vinha negociando com o governo para evitar a greve. Contudo, como não houve avanço nas tratativas, várias instituições de ensino técnico decidiram paralisar suas atividades na semana passada.



“O que está travando as negociações é que o governo está tratando de forma diferenciada os [servidores] administrativos e os professores. Além disso, o governo ofereceu uma proposta para os professores, que não atende às reivindicações, mas nenhuma para os servidores administrativos”, disse Eugenia à Agência Brasil.



Na próxima terça-feira (19), junto com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), representantes do Sinasefe vão se reunir com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para negociar  as reivindicações das categorias em greve.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA


Considerando que o Governo Federal não apresentou uma resposta oficial à pauta de reivindicações dos servidores, entregue pela Condsef em 24 de janeiro de 2012 ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e considerando ainda que todas as tentativas de negociação foram esgotadas, o Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federal (Sindsep-DF), filiado à Condsef, de acordo com o seu Estatuto Social, convoca todos os servidores públicos federais integrantes da categoria profissional por ele representada para participarem de Assembleia-Geral Extraordinária a ser realizada no dia 14 de junho, quinta-feira, às 12h30 em primeira convocação, e às 13h em segunda convocação, no Espaço do Servidor (Esplanada dos Ministérios, ao lado do Bloco C), para tratar da seguinte ordem do dia: 

1- Analisar e deliberar a respeito da oportunidade de adesão à greve nacional convocada pela Condsef, a partir do dia 18 de junho de 2012; 


2- Assuntos gerais. 


quinta-feira, 7 de junho de 2012

SERVIDORES DO EXECUTIVO RADICALIZAM E DECIDEM PARAR NO PRÓXIMO DIA 18




Funcionários federais fizeram manifestação na Esplanada dos Ministérios e aprovaram paralisação, que deverá ter adesão do Judiciário
Os servidores do Executivo federal prometem cruzar os braços no próximo dia 18. A decisão foi aprovada em plenária da categoria realizada ontem à tarde, na Esplanada dos Ministérios. A radicalização é devido à falta de uma contraproposta do governo nas negociações salariais para concessão de reajuste em 2013. Os sindicalistas querem aumento linear de 22,08% ? o que representaria um impacto de R$ 25 bilhões aos cofres públicos, ou de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O pessoal do Judiciário e do Ministério Público da União (MPU) também pretende parar, mas a partir do dia 13, assim como os quadros das escolas técnicas. Já os trabalhadores técnico-administrativos das universidades federais devem iniciar greve a partir do dia 11.
Todas essas categorias vão se somar aos professores de quase 50 universidades federais, que já estão de braços cruzados. O objetivo é transformar o movimento na primeira greve geral enfrentada pelo governo Dilma Rousseff. Após oito anos de polpudos acordos salariais entre governo e funcionalismo durante a gestão Lula, a lua de mel chegou ao fim. A crise começou no ano passado, quando Dilma concedeu R$ 1,5 bilhão em reajustes, ante uma reivindicação de R$ 40 bilhões. Nas negociações para o período de 2012-2013, Dilma esticou ainda mais a corda e avisou que, desta vez, a correção será zero. Até agora, nenhuma das reivindicações debatidas ao longo de três meses, em 10 reuniões com as representações dos trabalhadores, foi aceita. Indignados, os servidores fizeram uma marcha, ontem, pouco antes da plenária.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/06/06/internas_economia,305915/servidores-do-executivo-radicalizam-e-decidem-parar-no-proximo-dia-18.shtml
Fonte: www.correiobraziliense.com.br