Mensagem encaminhada ao Secretário Geral da CONDSEF, Sr. Josemilton Maurício da Costa, solicitando manifestação daquela entidade quanto a realização de um encontro nacional específico para os servidores do Ministério do Trabalho e Emprego.
http://www.asdert.com.br/index.cfm?op=not&nt=1624
sexta-feira, 27 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Palocci e apatia nacionalFernando Canzian
Nada mais simples para a compreensão do que um imóvel.
São dois no centro do "Paloccigate". Ambos próximos da av. Paulista, em São Paulo. Um de cada lado da avenida, adquiridos praticamente à vista. Ao custo de R$ 7,4 milhões.
Como todo mundo, o agora ministro da Casa Civil gostava de trabalhar perto de casa. Morava em um e despachava do outro.
Muitos no Brasil ainda perdem imóveis e bens de uma vida em minutos de enchente. Outros, passam décadas financiando sua primeira moradia.
Um trabalhador que recebe o salário mensal médio no Brasil demoraria 410 anos, sem poder gastar um tostão, para comprar o que Palocci adquiriu em meses.
Palocci é a segunda pessoa mais poderosa da República. E um dos novos milionários do Brasil.
Sua experiência vale muito, resume sua assessoria.
É inaceitável a falta de explicações do ministro. E o silêncio de sua chefe, a presidente Dilma Rousseff.
Quem pagou essa dinheirama a Palocci? O que ele fez para merecê-la?
Por algo menos concreto, os espanhóis estão acampados em Madri há dias contra o "clima de corrupção" no país. Sem verbalizar direito o que desconfiam, sentem um cheiro ruim.
A partir das redes sociais e por motivos distintos, pessoas de diferentes países estão determinadas a desafiar suas autoridades.
Nunca o ambiente foi tão favorável a isso, dada a abrangência e poder dessas redes.
Em São Paulo, vimos duas pequenas amostras do que é possível com elas: a manifestação a favor do metrô no bairro de Higienópolis e, agora, a controversa mobilização da Marcha da Maconha.
Dizem que o Brasil é o país da jabuticaba.
Mas, quando as maças de um pé amadurecem, alguma tem de cair primeiro.
As outras deveriam vir depois.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Os servidores Públicos Federais realizam mobilização pela campanha salarial 2011.
Confira algumas notícias sobre o dia 11 de maio.
Belém
http://www.diarioonline.com.br/noticia-147408-servidores-federais-paralisam-atividades-em-belem.html
Rio de Janeiro
http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI5125109-EI11491,00.html
Rondônia
http://www.sindsef-ro.org.br/lendo.asp?id=1896
Distrito Federal
Belém
http://www.diarioonline.com.br/noticia-147408-servidores-federais-paralisam-atividades-em-belem.html
Rio de Janeiro
http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI5125109-EI11491,00.html
Rondônia
http://www.sindsef-ro.org.br/lendo.asp?id=1896
Código Florestal revela o círculo do favor.
Assessor do Inesc, que está acompanhando todo o debate sobre a votação do Código Florestal dentro da Câmara dos Deputados, afirma que o que ocorreu no plenário entra na história do Congresso Nacional. Para ele a reação dos parlamentares ao discurso do líder do governo “não revelava somente a subserviência do Lesgislativo diante do Executivo, mas a estrutura de poder criada pelos governos de coalizão, tão ampla, que se torna contraditória.
Edélcio Vigna, assessor do Inesc
segunda-feira, 9 de maio de 2011
11 de maio é dia de luta.
Como parte da campanha salarial 2011 os Servidores Públicos Federais irão fazer manifestação no dia 11 de maio para exigir do governo Dilma o atendimento da nossa pauta de reivindicação. Uma pauta que inclui a retirada do PLP 549/09 que congela o salário dos servidores públicos por 10 anos, retirada do PLP 248/98- ameaça de perda do cargo público por “insuficiência de desempenho” pela realização de concursos públicos, contra os cortes no orçamento, paridade entre ativos e aposentados e isonomia no auxilio alimentação com o Judiciário e Legislativo.
Foi com pressão e luta que a Presidenta Dilma cedeu e autorizou a ministra Mirian Belchior a receber as entidades. É de fundamental importância fortalecer a unidade com os demais servidores públicos, pois o governo quer dividir a categoria e enfraquecer as bases de militarem por suas causas.
A seção Sindical- MTE convida você servidor a participar dessa luta, comparecendo ao ato de quarta-feira dia 11 de maio no espaço do servidor.
ATO DA CAMPANHA SALARIAL!
11 DE MAIO 09H
ESPAÇO DO SERVIDOR
Nova seção Sindical do MTE toma posse.
No último dia 05 de maio a seção sindical do MTE tomou posse. O mandato é de dois anos. A seção é a representação de base dos servidores do Ministério do Trabalho e Emprego-SEDE e tem por objetivo organizar os servidores em seu local de trabalho levando suas pautas de reivindicações especificas e gerais.
Já estamos trabalhando a todo vapor por melhores condições de trabalho e na campanha salarial 2011.
Em breve estaremos divulgando mais ações da seção sindical.
Conheça os Membros da Seção:
Adriano Dias- Coordenador
Pedro Ciarlini- Secretário
Jonathan Brasil- Tesoureiro
Francinete Silva- Delegada
Contatos
Email: secaosindicalmte@gmail.com
Twitter: www.twitter.com/sindicalmtedf.
domingo, 8 de maio de 2011
BLOQUEADOS R$ 5,3 MILHÕES DOS RESPONSÁVEIS POR IRREGULARIDADES EM CONTRATO PARA QUALIFICAÇÃO
A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu o bloqueio de R$ 5.308.068,40 dos responsáveis por irregularidades na execução de contrato celebrado entre o Distrito Federal (DF) e o Instituto Gastronômico Brasileiro (IGB).
O contrato consiste na realização de "Projeto de Formação Educacional no âmbito das ações relativas ao Programa de Qualificação Profissional" e foi firmado com base em convênio realizado entre a o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o DF, com o objetivo de estabelecer "cooperação técnica e financeira mútua para a execução das atividades inerentes à qualificação profissional".
A Procuradoria-Regional da União da 1ª Região (PRU1) ajuizou a ação de ressarcimento de danos contra o IGB, com pedido de bloqueio de transferência de bens. O objetivo é recuperar verba pública federal não aplicada corretamente em razão das irregularidades verificadas no contrato.
O Relatório Final da Tomada de Contas Especial, instaurada no âmbito do MTE, registrou que, dos R$ 900.000,00 repassados ao IGB entre 1996 e 1997, nada teve comprovação como gasto na execução das ações de qualificação profissional.
O Relatório apurou também que a liberação das parcelas contratuais ficou condicionada basicamente à apresentação de fatura por parte do IGB, de modo que os serviços foram atestados pelos executores técnicos mediante simples aposição de autorização na fatura apresentada pelo Instituto.
O juízo da 20ª Vara Federal do Distrito Federal reconheceu a gravidade das acusações, determinando o bloqueio de bens dos responsáveis para evitar a dilapidação de bens e garantir o ressarcimento ao Erário.
Advocacia Geral da União
@Denúncia FAT
A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu o bloqueio de R$ 5.308.068,40 dos responsáveis por irregularidades na execução de contrato celebrado entre o Distrito Federal (DF) e o Instituto Gastronômico Brasileiro (IGB).
O contrato consiste na realização de "Projeto de Formação Educacional no âmbito das ações relativas ao Programa de Qualificação Profissional" e foi firmado com base em convênio realizado entre a o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o DF, com o objetivo de estabelecer "cooperação técnica e financeira mútua para a execução das atividades inerentes à qualificação profissional".
A Procuradoria-Regional da União da 1ª Região (PRU1) ajuizou a ação de ressarcimento de danos contra o IGB, com pedido de bloqueio de transferência de bens. O objetivo é recuperar verba pública federal não aplicada corretamente em razão das irregularidades verificadas no contrato.
O Relatório Final da Tomada de Contas Especial, instaurada no âmbito do MTE, registrou que, dos R$ 900.000,00 repassados ao IGB entre 1996 e 1997, nada teve comprovação como gasto na execução das ações de qualificação profissional.
O Relatório apurou também que a liberação das parcelas contratuais ficou condicionada basicamente à apresentação de fatura por parte do IGB, de modo que os serviços foram atestados pelos executores técnicos mediante simples aposição de autorização na fatura apresentada pelo Instituto.
O juízo da 20ª Vara Federal do Distrito Federal reconheceu a gravidade das acusações, determinando o bloqueio de bens dos responsáveis para evitar a dilapidação de bens e garantir o ressarcimento ao Erário.
Advocacia Geral da União
@Denúncia FAT
Fonte: www.jornalcapacitar.com.br
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